
Registrei-me uma carta
Enviei-a de Atenas à Esparta.
O melhor carteiro a transportou
Era o vento. O vento levou.
Sorri por dentro de minha armadura.
Eu era o guerreiro da amargura.
Com espadas lacrimejantes
Peito aflito, amor distante.
O selo de nossa história
Em muitas lutas perpassou
O amor construído de glória
A melhor melodia que ressoou.
Naquela carta jamais lida
Confessei minha perjura
Amei-te durante toda vida
Morrei por ti, com bravura.
Um comentário:
Bom. Coração de um guerreiro, distante, sem saber se conseguirá curar a dor.
Paulo.
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